Gente, que felicidade a minha ao ver que a própria Paloma Muniz encontrou seu texto no meu blog e me escreveu toda contente.
Eu de fato não tinha tido o tempo de procurar saber mais sobre ela e seus escritos, então não tinha informações sobre seu trabalho.
E ao saber que é mãe da Amanda, de apenas 5 anos, fiquei admirada! Sim, pois a maturidade daquele texto me fazia imaginar que seus filhos já seriam moços, talvez casados, talvez ela tivesse netos e aí a razão de poder rever seu papel de mãe…
Mas não…
Ela é uma mãe recente, como a maioria de nós, que ainda estamos aprendendo a ser mãe. Talvez passemos a vida toda aprendendo…
Quando eu lia seu texto (na verdade li já muitas vezes antes de postar aqui), eu ficava pensando que também queria sentir esse amor desprendido de mim, que pudera eu na minha maturidade poder olhar para meus filhos com esses olhos. Amor infinito, mas desprendido…
Aí Paloma me escreve e penso que talvez ela tenha a minha idade!
Então vejo que basta estarmos verdadeiramente abertas para a maternidade transformadora, e que não é o tempo que nos fará cada dia melhores, mas sim uma nova atitude hoje.
Quero olhar para meus filhos hoje de uma forma mais desprendida, mais amorosa, mais madura.
Me lançar na vida assim mais solta.
